segunda-feira, 11 de maio de 2009

CCBB: Um espaço CULTURAL

O Centro Cultural Banco do Brasil, localizado na esquina da Rua Álvares Penteado com a Rua da Quitanda, em São Paulo, é um local onde se pode entrar em contato com muitos elementos culturais. Já na entrada, é possível encontrar afrescos de dois Deuses: Mercúrio e Hefesto. Passando para o saguão principal, há um enorme mosaico localizado no chão e oposto à clarabóia. Além disso, vemos como marcas da história paulistana a presença de pequenas bolinhas ao redor do relógio, simbolizando a riqueza que o café trouxe para o país, ainda que o prédio tivesse sido fundado em 1901, período em que o café já havia entrado em declínio e a indústria em ascensão.

Ainda no saguão principal é possível notar as influências de estilos originários na França no início do século XX: o art déco e art nouveau, cuja característica principal de ambos é a utilização de linhas sinuosas e a presença de motivos florais, nas grades. Os capitéis (suporte que fica na parte de cima de uma coluna) são do estilo Neoclássico, configurando ainda um ecletismo no estilo. Contudo, não é preciso chegar lá já sabendo disso tudo, porque o espaço conta com o serviço de Programa Educativo, em que é possível fazer visitas guiadas por todo o prédio, com os monitores contando tanto sobre a história da construção, como sobre as influências arquitetônicas presentes ali.

Além da belíssima arquitetura, o Centro Cultural ainda conta com sala de cinema, em que atualmente está sendo exibida a mostra Tribos urbanas no cinema. No teatro está em cartaz a peça Shirley Valentine, com a atriz Betty Faria. A exposição do mês, intitulada Era uma Vez: Arte Conta Histórias do Mundo traz uma relação entre arte e os contos de fada de autores como Charles Perrault, Irmãos Grimm e Hans Christian Andersen, contextualizada por ilustrações, objetos e esculturas.

Vale a pena também, tomar um café na cafeteria Cafezal, localizada dentro do próprio Centro Cultural.

Chegar lá não é difícil, está a dez minutos das estações São Bento e Sé do metrô.


Créditos das imagens:

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